terça-feira, abril 17, 2018

Perdidos no Espaço

Recentemente terminei de ver a primeira temporada da série "Lost in Space" (Perdidos no Espaço) que está a ser transmitida na Netflix portuguesa.

Trata-se do "remake" de um original de 1965 e que também teve uma adaptação em 2004.

Nesta história de 2018 que se passa daqui a 30 anos, a humanidade está pronta para colonizar novos planetas. Assim sendo, lança uma nave que contém, entre outros, famílias escolhidas para dar início a uma nova e melhor(?) sociedade. Deste grupo, destaca-se a família "Robinson" que são as pessoas centrais desta aventura espacial.

Durante esta viagem, algo corre mal e há um desvio na rota traçada. Vários veículos, cada um com uma familia, separam-se da "nave-mãe" e rapidamente os Robinsons lutam pela sobrevivência enquanto se dirigem para um planeta desconhecido.

Ao aterrarem num terreno com clima inóspito, mas habitável, terão de tentar compreender o que os rodeia, onde estão, quem mais terá terá conseguido chegar e mais importante... o que aconteceu?

Depressa irão descobrir que não estão sozinhos e que vão ter que lutar muito para superarem obstáculos complicados.

Como se isso não bastasse, ainda iremos conhecer uma tal de "Dra Smith" que irá dificultar muito a vida aos nossos heróis e um poderoso robot que irá ser um precioso aliado e protector do mais jovem elemento dos Robinsons.

Uma série repleta de acção, aventura, mistério e muito ritmo mas com uma história bem elaborada e consistente. Cada episódio tem a sua dose q.b. de "stress" para os personagens principais e haverá alguns "flashbacks" para entendermos melhor determinadas situações.

A não perder, não só por fãs de ficção científica, mas por quem aprecia uma boa história de aventura.

RMS

quarta-feira, março 21, 2018

Android 8.1 vs Windows 10 mobile

No mundo dos smartphones cada um gosta do seu aparelho e do seu sistema julgando ser melhor que o do "vizinho".

Nestas coisas existem sempre comparações. Se o sistema "X" tem uma característica melhor, o sistema "Y" tem outra diferente (melhor ou pior).

Seja como for, o sistema agrada ao utilizador se corresponder às suas necessidades e isso também torna as análises um bocado subjectivas. Algumas coisas podem ser consideradas "pormenores" mas a mim dão-me jeito.

Sendo proprietário de um aparelho com sistema Windows 10 mobile (Microsoft Lumia 950) e agora de outro com Android one 8.1.0 (Nokia 8), venho aqui fazer uma comparação entre os dois.

Dado que o meu uso do Android tem pouco tempo, a análise que farei será relacionada apenas com alguns aspectos que descobri ao fazer a transição para este sistema.

Provavelmente algumas situações com que me deparei têm uma solução fácil que ainda não descobri, por isso se souberem a alternativa para contornar o que vou descrever, agradeço que me informem.

Vamos ver por exemplo a app dos contactos. No Windows basta ir à app e seleccionar todas as contas onde temos contactos e filtrar as que queremos que apareçam. No meu caso tenho contactos google, hotmail, facebook... No android deparei-me com a falta dos contactos que tenho na conta da Microsoft por exemplo. Como não consegui arranjar maneira de colmatar esta falha tive que instalar a app "Outlook" para assim ter os meus contactos. Outra coisa com que me deparei no android: Demasiados contactos repetidos.

No calendário da google também encontrei outro problema de fácil resolução no windows. Lá era só ir ao calendário e seleccionar as contas que continham compromissos que queria que aparecessem, incluindo eventos do facebook.

No android temos que fazer um "truque" para dar a volta à situação, tendo que ir ao facebook, exportar os eventos através de um link que depois temos de importar no calendário do google. Em alternativa podemos procurar outra app de calendário.

Hoje em dia com as redes sociais é dificil encontrar algum amigo que não esteja no facebook, por isso podemos usar as suas fotos de perfil nos nossos contactos do telemóvel. No windows esse processo é fácil, editando o contacto e escolhendo onde queremos ir buscar a sua foto (se tivermos a conta do facebook definida no telemóvel). No android tive que instalar uma app (Sync.ME) para isso acontecer.

Uso bastante a câmara, e por vezes gosto de fazer vídeos e extrair um frame desse filme e convertê-lo em foto. No windows basta editar o vídeo na app das "fotos", ir para o ponto onde queremos e gravar esse "momento parado" como uma imagem. No android... mais uma app.

Ou seja, estas situações que descrevi e que são "nativas" no Windows, no android tem que ser resolvidas com a ajuda de uma app externa. Se tivermos bastante espaço de armazenamento, não há problema mas prefiro o que vem já incorporado.

Por falar em apps, claro que nesta "batalha" o android sai claramente vencedor pois tem um catálogo muito mais variado que o windows. Foi a principal razão para ter feito esta mudança. Para mim é "O" trunfo deste sistema. Está lá tudo o que possam querer. Porém nem tudo são rosas, pois como descobri em algumas como o facebook, instagram e alguns jogos, existe um excesso de publicidade que faz lembrar as versões não oficiais de algumas apps que existem no sistema da Microsoft.

Chateia-me um bocado que no feed de noticias do facebook, haja tantos anúncios, ou mesmo no instagram. E em alguns jogos temos vídeos publicitários irritantes que demoram uns segundos a passar. Nas apps referidas, no Windows não existe essa situação mesmo nas versões oficiais das "marcas". Claro que encontraremos alguma publicidade por exemplo em jogos na forma de pequenos "banners", mas no Facebook e instagram apenas vemos as publicações no nosso "feed" que queremos ver.

Por outro lado, há que referir a parte positiva que é o facto do Facebook e Instagram para android terem mais opções que as versões feitas para a Microsoft. Nem tudo é mau no "robot verde".

Em termos de personalização do écran, tenham em conta que se trata de uma opinião subjectiva pois tem a ver com o gosto de cada um. No windows a "arrumação" do écran inicial é bem melhor que no sistema da Google. Os chamados "atalhos dinâmicos" que podemos redimensionar e usar transparência para não ocultar a imagem que usamos como "wallpaper", agrada-me mais que os ícones normais do android. Depois temos uma listagem alfabética de tudo o que temos instalado. Felizmente existem algumas apps chamadas "launchers" que permitem melhorar isto. Sugiro uma chamada "Launcher 10" para quem queira voltar a ter um écran "à windows". Em alternativa têm o launcher oficial da Microsoft, mas sem esses atalhos dinâmicos.

Por falar em personalização. gosto muito do meu "écran de bloqueio" nativo do windows com uma imagem diferente todos os dias. Sinto falta disso no Android. Provavelmente haverá alguma app que resolva isso. Falta descobrir qual.

Como já mencionei, o meu uso do sistema android é recente, por isso ainda só me deparei com estes obstáculos encontrando soluções para alguns dos casos. Deve haver outras melhores (e mais simples, espero), mas só com a experiência é que as descobrirei.

Não digo que o sistema seja mau, nada disso, mas comparando com o Windows não me parece ser tão completo (pelo menos nestas situações) e acho-o mais "restritivo" no uso de outras contas /serviços não-google, dificultando ao máximo as coisas. Presumo que para quem use só uma conta Gmail, seja perfeito.

Em termos de actualizações do sistema, windows e android parecem comportar-se bem nesse aspecto fazendo os updates com regularidade. Ambos têm pequenos updates mensais e depois de vez em quando, um maior e mais completo.

Outro aspecto em comum: A chamada "luz nocturna" para proteger mais a nossa visão, ao usarmos o aparelho à noite. Não agrada a todos, mas habituei-me bem.

Assistentes virtuais: Só tenho experiência de uso da Microsoft com a "Cortana" em PT-BR, que me agradou mesmo não usando todas as potencialidades, devido a restrições de zona. Ainda não descobri como usar o da Google e se "fala" em PT-PT.

Nos mapas, também ambos os sistemas são bons. O GPS localiza-nos em segundos e podemos ver como está o trânsito no nosso percurso. Nada a apontar tanto para um como para outro. Penso que, como a Microsoft, os mapas da Google podem ser usados em offline mas ainda não explorei isso. Já reparei que o android é um bocado mais "invasivo" se tivermos a localização sempre ligada, pedindo-nos para avaliar os sítios onde estivemos. Pessoalmente, não acho isso um problema, mas quem queira reservar a sua privacidade, atenção a isso. Mas por outro lado, quem se preocupa com a privacidade, não deve usar dispositivos ligados à internet.

Ainda não tive "comportamentos anormais" no sistema. No windows ao longo do tempo confesso que já houve alguns "reboots" involuntários ou "congelamentos" (poucos, felizmente), mas que em nada prejudicou o funcionamento das coisas. Algumas apps no android já "crasharam" mesmo sem estarem a ser usadas (porquê?) mas até ver também não as prejudicou em nada.

Por falar nesses comportamentos disfuncionais das apps e jogos, no windows existe uma opção para as repor sem as desinstalar. Não sei se o Android tem essa opção.

Para já vou usando os dois sistemas em simultâneo pois o meu smartphone windows permite-me que o use como computador no meu dia a dia, algo que neste telemóvel android que tenho não é possível (ainda?). Teria que ter um Samsung S8 / S8+ / S9 / S9+ ou um Huawei Mate 10 (penso que é esse o modelo) para isso.

Acreditem em mim: Quando usarem o vosso smartphone como computador, já não vão querer outra coisa. No windows ainda não temos a experiência PC completa, mas este ano irá haver novidades nesse aspecto.

Em resumo não "desgosto" do android, tem coisas boas e num bom aparelho o sistema é rápido, mas ainda prefiro o windows 10 mobile (talvez por o usar há mais anos). Tenho inúmeras aplicações / jogos no meu aparelho novo, mas serão poucas as que uso regularmente todos os dias. As outras estão lá para quando forem precisas. Podem vir a dar jeito.

O aparelho em si é excelente, super rápido com boa câmara. Se forem fãs do sistema da google e estiverem a precisar de um telemóvel novo, recomendo.

As comparações continuarão e talvez haja mais crónicas a este respeito. A minha opinião irá mudar? Só o tempo irá dizer isso.

Para já podem dizer que sou Windroid

RMS

segunda-feira, março 12, 2018

Nokia 8 - uma análise

Depois da era "dumb phone" onde tive vários aparelhos da marca Nokia, a minha primeira experiência no mundo dos "smart phones" foi com o sistema Android e um aparelho da LG, há muitos anos.

As coisas não correram bem. O sistema tinha muitas falhas e o telemóvel era muito problemático o que me fez mudar para o sistema Windows regressando à marca Nokia e mais tarde à Microsoft ambos na linha de modelos "Lumia".

Actualmente sou proprietário de um Microsoft Lumia 950 que uso também como computador no meu dia a dia através do "continuum". (Podem ler sobre isso noutras crónicas que escrevi no blog) 

Recentemente resolvi voltar ao Android e regressei mais uma vez à Nokia, mais concretamente ao Nokia 8. Ao abrir a caixa deparei-me com o aparelho em si, um carregador com entrada USB para ligar o cabo (também disponível), manuais e uns phones que ainda não testei.

Esta é a minha análise inicial:

Com 4GB de memória RAM acompanhado de um processador snapdragon 835 tudo se torna rápido e fluido. As coisas acontecem rapidamente. E se a isso juntarmos os 64 GB de memória interna com possibilidade de expansão para 256GB através de um cartão micro SD, temos um bom aparelho em mãos.

O écran de 5,3" é amplo, tem uma excelente imagem nítida e com cores vibrantes e responde muito bem ao toque. Tem um sensor de impressões digitais na parte frontal, e em baixo, para desbloqueá-lo. É uma boa medida de segurança. Este sensor permite adicionarmos mais algumas se quisermos partilhar o acesso com mais alguém. Além disso, ainda temos um PIN para reforçar a segurança.

A configuração para detectar a nossa impressão é um bocado demorada, pois devido às reduzidas dimensões do sensor temos que ir deslocando o dedo para que possa "apanhar" a impressão na sua totalidade. Mas uma vez concluído o processo, o desbloqueamento do aparelho é quase instantâneo.

As Câmaras de 13MP + 13MP na parte de trás e 13MP à frente são boas e tiram fotos nítidas com boa imagem. Existe ainda a possibilidade de usarmos o modo "bothie" em que usamos ambas as câmaras, ao mesmo tempo para tirarmos umas fotos originais. Só testei ainda algumas fotografias de interior, sem flash. A imagem é boa, por isso presumo que no exterior ainda ficará melhor.

Nesta fase inicial de descoberta do telemóvel, é natural que haja um uso mais intensivo do que é normal, o que é um bom teste para a bateria de 3090 mAh. Com um carregamento inicial de manhã até aos 100%, aguentou-se bem até à noite quando ainda restavam  mais de 30%. Portanto, num uso mais regular penso que no final do dia terei uma percentagem ainda maior. Só o tempo irá mostrar isso, ou não.

O corpo do telemóvel é fino e elegante mas um pouco escorregadio quando o temos na mão. Aconselho uma capa anti deslizante para evitar acidentes.

Com esse uso intensivo e/ou quando carrega, alguns aparelhos tendem a aquecer. Não foi o caso aqui onde o telemóvel manteve uma sempre uma temperatura "fresca", o que também ajuda na velocidade de processamento.

A porta USB-C permite um carregamento rápido. Ainda só testei duas vezes, por isso não posso para já fazer uma análise mais detalhada da velocidade de carregamento.

O sistema é o Android "oreo", na versão 8.1.0. Farei uma análise mais pormenorizada a este sistema numa crónica separada, onde haverá algumas comparações inevitáveis com o sistema Windows 10 mobile.

E para já, são as minhas observações iniciais. Ainda estou no segundo dia de uso, por isso haverá mais utilização, noutras condições, o que me levará a escrever noutra ocasião uma segunda análise.

Para verem mais detalhadamente o hardware deste aparelho, consultem o site da marca onde encontrarão todas as características.

RMS




terça-feira, fevereiro 27, 2018

Retribution

Lançada originalmente em 2016 com o título "One of us", esta mini série britânica de 4 episódios foi recentemente relançada na Netflix com o título "Retribution".

Uma história rodeada de mistério sobre o assassinato de um jovem casal, cujas famílias são amigas há muitos anos, e vizinhas numa grande propriedade rural na Escócia.

No dia do homicidio, o criminoso vai ter com as famílias das vítimas numa brutal noite de tempestade e tem um acidente de carro já na propriedade deles, ficando inconsciente. Estes ao ouvirem os sons do despiste, rapidamente deslocam-se ao local e transportam este indivíduo para uma das casas. Ao revistarem-no ficam em choque ao saberem que estão perante o responsável pelo crime.

Já que naquele momento ele não está acordado para responder a perguntas, mesmo assim tratam as suas feridas e resolvem prendê-lo durante a noite para depois o questionarem. Porém, no dia seguinte quando se juntam todos para ir falar com ele, acabam por descobrir que está morto. Mas como? As feridas não eram assim tão graves.

Como as duas famílias são as únicas que habitam aquele espaço rural e mais ninguém se pode ter aproximado da propriedade devido às más condições climatéricas que os deixaram isolados, isso quer dizer que um deles é o responsável pelo homicídio deste homem. Qualquer um tinha motivo para o fazer.

Para evitar perguntas por parte das autoridades, que entretanto aparecem para os por a par da investigação, este grupo resolve esconder o corpo e o carro enquanto pensam no que fazer.

A partir deste momento inicia-se o mistério. O suspeito pode ser qualquer um e existem perguntas por responder: Porque foi cometido o crime? Quem era este homem? O que pretendia? Quem o matou? Porque se dirigiu para ali?

Devido ao número reduzido de episódios, a história desenvolve-se a bom ritmo (para uma série britânica) e irá revelar algumas surpresas.

Tentem resolver este mistério.

RMS

segunda-feira, fevereiro 26, 2018

Contratiempo

 Este filme espanhol de 2016, que está no catálogo da Netflix Portugal, mostra bem como a vida pode-se alterar em poucos minutos e como um cidadão comum pode ver-se transformado num criminoso.

Quando tudo começa, vemos Adrián Doria (interpretado por Mario Casas) acorda num quarto de hotel ao lado de um corpo inanimado de uma mulher. Ao constatar que está morta, agentes da polícia entram de rompante e prendem-no por homicídio.

A história avança no tempo para outro quarto noutro edifício, quando o vemos a falar com uma advogada especialista neste tipo de situações de seu nome Virginia Goodman (Ana Wagener)  e esta informa-o que daqui a pouco a polícia virá buscá-lo e que por isso é melhor ele dizer exactamente o que aconteceu para que a sua defesa possa ser bem preparada.

Pressionado pela contagem decrescente, Adrián começa então a falar.

Recuamos no tempo e ficamos a saber que se trata de um jovem empresário de sucesso que se encontra numa escapadela romântica com a amante Laura Vidal (Bárbara Lennie), enquanto a sua mulher pensa que ele está numa viagem de negócios em Paris.

Ao terminar este encontro, os dois entram no mesmo carro para se embora e cada um ir para sua casa. E é aí que a desgraça acontece. Durante o percurso, Adrián escolhe ir por um atalho, e como já sabemos pela sabedoria popular "quem se mete por atalhos, mete-se em trabalhos". E esse ditado não se podia aplicar melhor aqui pois quando um animal se atravessa na estrada, o carro rapidamente faz um "pião" para evitá-lo o que se vai causar um embate com um carro que vinha no sentido contrário.

Após alguns momentos de pânico, rapidamente constatam que estão bem e resolvem sair do veículo para verificarem o estado do outro motorista. Infelizmente para ambos, constatam que este está morto.

A partir daqui as suas vidas mudam radicalmente. Não era suposto estarem ali e tiveram um acidente que causou a morte a uma pessoa. E agora, que fazer? Enquanto pensam nisto, passa outro condutor no local e ao ver dois carros acidentados pergunta se está tudo bem. Rapidamente conseguem convencer o homem que estão bem e ainda o convencem que cada um deles ia no seu carro e que vão resolver tudo de forma amigável.

O outro condutor parte, eles resolvem encobrir a situação atirando o carro para um lago para ocultar tudo e regressam às respectivas casas, cada um à sua vida.

Claro que nestas coisas, não há crimes perfeitos e acaba-se por saber que o condutor morto está dado como desaparecido pelos pais. Rapidamente inicia-se uma investigação que vai por os nervos deste casal à prova e testar as capacidades da advogada para tentar dar a volta á situação com base na informação que recebe. A história irá avançar e recuar no tempo para nós espectadores termos uma melhor compreensão dos factos.

Não vou adiantar mais pormenores para não correr o risco de "spoilers", mas posso garantir que vai haver surpresas.

À medida que tudo se desenrola, vamos aprendendo melhor a situação, compreendendo assim melhor o que aconteceu enquanto novos personagens vão sendo acrescentados.

Este é um thriller empolgante que nos surpreende. Uma história muito bem contada e interpretada.

Irá o crime compensar? É ver, para saber...

RMS


sexta-feira, fevereiro 23, 2018

O fim do mundo


Fãs dos filmes catástrofe, agarrem-se às vossas cadeiras e entrem nesta aventura alucinante contra o tempo, enquanto nos preparamos para o impacto de um asteroide de grandes dimensões contra o nosso planeta. E o pior é que não temos o Bruce Willis para nos safar.

Esta referência vem a propósito do blockbuster "Armageddon" com um cenário apocalíptico semelhante, mas sem conspirações governamentais que estão bem presentes nesta série da netflix.

Tudo começa quando um estudante do M.I.T desempenhado pelo jovem actor Charlie Rowe, faz uma descoberta, que partilha com um bilionário da tecnologia interpretado por Santiago Cabrera (que participou no último filme da saga "Transformers", na série "Big Little Lies" e "The Mindy Project" para referir alguns exemplos): Dentro de 6 meses, um asteróide vai colidir com a Terra causando o exterminio global.

Enquanto tentam pensar numa maneira de impedir esta catástrofe, resolvem alertar algumas pessoas dentro do governo para tentarem trabalhar em conjunto. Mal sabiam eles que isso iria ser o início de uma batalha com suspeitas, traições, conspirações e lutas pelo poder. 

Mesmo assim vão juntando alguns aliados nesta caminhada, tal como a secretária de imprensa do pentágono, a actriz Jennifer Finnigan (da série "Tyrant" - recomendo) e o secretário adjunto da Defesa interpretado por Ian Anthony Dale (que costuma aparecer na série "Hawai Força Especial" excelente série de acção).

Com o tempo contra nós a hipótese de mandar uns mísseis para rebentar com o asteróide está fora de questão, pois isso iria agravar o problema ao produzir vários fragmentos que iriam resultar em múltiplos impactos. Por isso, há que pensar criativamente tentando alterar a sua trajectória.

Cada episódio é mais um obstáculo no que deveria ser um caminho fácil no sentido em que é do interesse de todos que este problema seja resolvido o mais rapidamente possível.

E como se não bastasse tentar desviar um objecto de grandes dimensões, ainda têm que conceber um plano "B" caso o desastre seja inevitável.

O ritmo é bom, temos situações de "suspense" de episódio para episódio, o que nos leva a assim que terminamos um, queiramos ver logo o seguinte.

Os fãs deste género de histórias irão certamente gostar e mesmo que não seja um tema do vosso agrado, esta história bem conseguida irá perder a vossa atenção, sem dúvida.

E se precisarem de mais um motivo para ver esta série, o produtor executivo é um tal de Peter M. Lenkov, responsável por êxitos televisivos como: Hawai Força Especial, MacGyver (o remake), CSI Nova Iorque e 24, para referir alguns.

Vejam esta empolgante história, antes que o Mundo acabe.

RMS





quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Novo projeto

Caros seguidores:

Esta é a minha primeira participação num novo projecto, o blog "Et(h)er das coisas". O blog do "Neurónio" continuará, em paralelo com esse.
Aqui fica a minha cronica:

https://etherlive71.com/2018/02/22/la-casa-de-papel-pelo-ethariano-rui-sousa/