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Retribution

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Lançada originalmente em 2016 com o título "One of us", esta mini série britânica de 4 episódios foi recentemente relançada na Netflix com o título "Retribution". Uma história rodeada de mistério sobre o assassinato de um jovem casal, cujas famílias são amigas há muitos anos, e vizinhas numa grande propriedade rural na Escócia. No dia do homicidio, o criminoso vai ter com as famílias das vítimas numa brutal noite de tempestade e tem um acidente de carro já na propriedade deles, ficando inconsciente. Estes ao ouvirem os sons do despiste, rapidamente deslocam-se ao local e transportam este indivíduo para uma das casas. Ao revistarem-no ficam em choque ao saberem que estão perante o responsável pelo crime. Já que naquele momento ele não está acordado para responder a perguntas, mesmo assim tratam as suas feridas e resolvem prendê-lo durante a noite para depois o questionarem. Porém, no dia seguinte quando se juntam todos para ir falar com ele, acabam por d...

Contratiempo

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 Este filme espanhol de 2016, que está no catálogo da Netflix Portugal, mostra bem como a vida pode-se alterar em poucos minutos e como um cidadão comum pode ver-se transformado num criminoso. Quando tudo começa, vemos Adrián Doria (interpretado por Mario Casas) acorda num quarto de hotel ao lado de um corpo inanimado de uma mulher. Ao constatar que está morta, agentes da polícia entram de rompante e prendem-no por homicídio. A história avança no tempo para outro quarto noutro edifício, quando o vemos a falar com uma advogada especialista neste tipo de situações de seu nome Virginia Goodman (Ana Wagener)  e esta informa-o que daqui a pouco a polícia virá buscá-lo e que por isso é melhor ele dizer exactamente o que aconteceu para que a sua defesa possa ser bem preparada. Pressionado pela contagem decrescente, Adrián começa então a falar. Recuamos no tempo e ficamos a saber que se trata de um jovem empresário de sucesso que se encontra numa escapadela romântica com ...

O fim do mundo

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Fãs dos filmes catástrofe, agarrem-se às vossas cadeiras e entrem nesta aventura alucinante contra o tempo, enquanto nos preparamos para o impacto de um asteroide de grandes dimensões contra o nosso planeta. E o pior é que não temos o Bruce Willis para nos safar. Esta referência vem a propósito do blockbuster "Armageddon" com um cenário apocalíptico semelhante, mas sem conspirações governamentais que estão bem presentes nesta série da netflix. Tudo começa quando um estudante do M.I.T desempenhado pelo jovem actor Charlie Rowe, faz uma descoberta, que partilha com um bilionário da tecnologia interpretado por Santiago Cabrera (que participou no último filme da saga "Transformers", na série "Big Little Lies" e "The Mindy Project" para referir alguns exemplos): Dentro de 6 meses, um asteróide vai colidir com a Terra causando o exterminio global. Enquanto tentam pensar numa maneira de impedir esta catástrofe, resolvem alertar algumas p...

Novo projeto

Caros seguidores: Esta é a minha primeira participação num novo projecto, o blog "Et(h)er das coisas". O blog do "Neurónio" continuará, em paralelo com esse. Aqui fica a minha cronica: https://etherlive71.com/2018/02/22/la-casa-de-papel-pelo-ethariano-rui-sousa/

A originalidade morreu?

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Já deu para ver no cinema que a originalidade anda a passar por dias difíceis. Temos os remakes, reboots, sequelas, prequelas, etc... Os estúdios de cinema querem dinheiro seguro e por isso apostam neste tipo de filmes que, em príncipio, terão bom retorno nas bilheteiras. Já na TV, parece que vemos cada vez mais melhores argumentos em séries televisivas (com algumas excepções, claro). Mas agora a tendência parece ser a TV a imitar o grande écran. As séries com melhores audiências, ou têm longas temporadas para fazer "render o peixe", ou então começa-se a ver quais os personagens mais adorados pelo público, e toca a fazer um spin-off dessa série. Para quem nunca ouviu falar deste termo, ele refere-se a uma nova série (no caso da TV) com uma, ou mais, personagens conhecidas da série-mãe. Alguns exemplos são: fear the walking dead (The Walking Dead), The Good fight (The Good Wife), Young Sheldon (The Big Bang Theory). Embora não seja novidade, pois já foi fe...

A verdade está aí... de novo

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Atenção a alguns spoilers Os mais famosos agentes do FBI estão de volta na décima primeira temporada. Mulder, Scully e companhia regressam depois de nos deixarem pendurados no final impróprio para cardíacos, da décima temporada. (RESUMO DO EPISÓDIO FINAL DA TEMPORADA 10 - SPOILERS) .... Recordando esse épico episódio, o Mundo encontra-se sob ataque através de um vírus. Mulder está às portas da morte, encurralado num carro em pleno trânsito, enquanto Scully tenta chegar até ele com o antidoto. Quando finalmente consegue parece ser tarde demais e como se não bastasse... chega a invasão. A câmara aproxima-se dos olhos de Scully, e... The end. De imediato as redes sociais ficam ao rubro com todos a questionarem-se... Como nos podem deixar assim??? São os aliens? O que vai acontecer a Mulder??? É o fim da humanidade?? Como é que Chris Carter vai desembrulhar isto??  TEMPO PRESENTE. As respostas demoraram mas chegaram, e de uma maneira que ninguém esperava. ...

PWA

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Hoje em dia temos aplicações para Android, IOS e Windows 10 mobile. Alguns são multiplataforma mas outros há que só funcionam nos dois primeiros ambientes móveis. A solução por vezes é usar a versão "web" dessas aplicações, que permite responder às necessidades do utilizador. Claro que embora seja funcional, não tem o mesmo comportamento de uma aplicação instalada num smartphone... até agora. Eis que surgem as "Progressive Web Apps" (Apps progressivas) para colmatar essa falha. Do que se trata então? Resumidamente, são páginas de internet com o "comportamento" de uma aplicação. Como? Estas possuem definições (entre outras características) que podemos alterar a nosso gosto, como por exemplo permitir o envio de notificações para o nosso aparelho móvel. O conceito não é novo, e já foi pensado pela Google, agora com o apoio da Microsoft. Só a Apple parece não estar ainda muito agradada com esta ideia.  Embora não seja novidade, só ...

Uma plataforma, vários sistemas

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 Já tenho falado do sistema "continuum" da Microsoft e penso que consegui transmitir uma boa ideia do que é, como funciona e como tem evoluído. Gostaria agora de falar do seu futuro. Em publicações anteriores referi que o "Continuum" é quase uma experiência PC a 100%. O que lhe falta então para lá chegar? O projecto "Andromeda" da Microsoft é a resposta. Hoje em dia temos o Windows 10 versão PC, Windows 10 versão telemóvel, Windows 10 versão XBOX... São muitas versões para muitos aparelhos diferentes. Com o "Andromeda", a Microsoft pretende criar uma plataforma única do Windows 10 que funcione em vários dispositivos e se adapte automaticamente a qualquer tamanho de écran com o "composable shell" ou "CShell" (será um tema para outra publicação). Mas será exactamente o mesmo windows nos vários dispositivos? Sim e não. Será o mesmo sistema sim, mas será "modular". E o que quer isto dizer? Simp...

A aventura "Continuum" continua

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Anteriormente falei da minha primeira experiência com o sistema "Windows Continuum" (Ou "Microsoft continuum", como preferirem). O tempo passou e fui aprofundando mais o uso (quase diário) e hoje venho então reforçar a minha opinião partilhando mais pormenores. Só para relembrar, o "Continuum" permite ligar o telemóvel a um monitor / smart TV / computador portátil, usando o Windows 10 mobile em ambiente "desktop". Basicamente, o telemóvel "transforma-se" num computador com windows 10. Já testei a ligação de duas maneiras: Ligando por wifi e com a "Microsoft Display Dock" (ou "Doca" como é conhecida). Ambas têm os seus pontos fortes e menos fortes, a saber: WIFI - Maior "portabilidade do sistema", ou seja só precisamos de transportar o nosso telemóvel para o local desejado. Temos como limitações a força e velocidade do sinal wireless. Em jogos pode haver algum "atraso" de 1 ...

O sistema "continuum"

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Numa publicação anterior falei do sistema móvel da Microsoft no presente, e com um olhar no futuro (próximo). Desta vez, venho falar da evolução do sistema actual, mas também dando a minha opinião sobre o que nos espera. A Microsoft continua então a desenvolver o seu sistema Windows 10 mobile, através (entre outras coisas) do modo “continuum” do telemóvel. Mas o que é isso? Basicamente transforma o telemóvel num computador com Windows 10, permitindo-nos ter um aparelho 2 em 1 e ter uma “experiência PC” no nosso pequeno aparelho. Mas essa “experiência PC” é completa? Isto é, estaremos perante um verdadeiro computador no telemóvel? A resposta é… ainda não. Por enquanto só podemos usar algumas das chamadas “apps / jogos universais”, que no fundo são apps / jogos que só têm uma versão, mas que se adaptam a vários aparelhos: Telemóvel, PC, Xbox, tablet, Hololens… Para já, apenas essas apps e jogos nos podem proporcionar esse tal ambiente de desktop no smartphone...

Para onde vai o windows 10 mobile?

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Windows, Windows phone, Windows 10 mobile… Seja qual for o nome, o sistema móvel da Microsoft condenado à morte desde que nasceu pelos analistas (e não só), está vivo e a dar sinais que vai cá andar durante algum tempo. Pode parecer que este sistema móvel começou há pouco tempo, mas recuemos no tempo até aos velhinhos PDA’s. Ok, não se pode comparar às versões que apareceram mais tarde na versão 7.5, 8, 8.1 e agora a 10, mas isso serve para demonstrar que “não é de hoje” que a Microsoft anda neste “jogo”. Tem pontos fortes? Sim. E fracos? Bom, veja-se a distância que separa o Windows do Android e IOS em termos de vendas. Uns dizem que é por causa do número de apps na loja, outros pelo hardware ou simplesmente não gostam do sistema em si. Mas quem critica, quão bem conhecerá o Windows 10 mobile para o fazer? Ao longo do tempo tenho reparado que grande parte dos consumidores de sistemas móveis desconhecem as potencialidades, não só dos aparelhos, mas do Windows 10. Aqui culpo u...

Lugares XS para carros XL

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Marcações de lugares nos parques de estacionamento… Quem as faz? Como as faz? Perguntas que eu gostaria de ver respondidas para saber qual foi o critério usado em alguns parques de estacionamento, para marcar micro lugares para carros XL? Atenção… Não conduzo um carro grande. Tem um tamanho normal, não é nenhuma “banheira”, mas comparativamente a alguns lugares parece que tenho uma carrinha. Em alguns espaços, o veículo até “encaixa” bem lá dentro, mas… como sair do carro? Senhores que fazem as marcações: Quando tiraram as medidas, lembraram-se do “pequeno pormenor” do condutor ter que sair do carro, sem ser pelo tejadilho ou pela janela? E não, não é por falta de civismo (que por vezes existe) dos condutores vizinhos. Mesmo que eles façam de tudo por tudo para nos deixar um espacinho para abrir a porta… simplesmente não dá. Não estou a pedir lugares XXL com dois metros para cada lado, mas gostava de parar o meu carrinho e sair de lá sem ter que recorrer a técnicas de...

Viagem a Viena

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Em Abril viajei para a linda cidade de Viena, na Áustria, um destino que recomendo vivamente. Esta é a minha experiência: Partimos de Lisboa, num voo da TAP. Num aeroporto (internacional) onde vale tudo em termos de trânsito (menos arrancar olhos - por enquanto), lá embarcámos no avião com destino a Viena num voo com duração pouco superior a três horas. Em termos de conforto a bordo, é para esquecer. Micro lugares sem espaço de manobra e uma alimentação suspeita, no mínimo. Mas o destino faz-nos esquecer esses "pequenos pormenores". Chegados ao destino, saímos do avião e quando chegamos à zona de recolha de bagagem, lá está ela prontamente à nossa espera, ao contrário do que acontecerá no regresso. Daí, partimos num comboio até à nossa estação ("Wien-Hauptbahnhof"), que fica ao lado do hotel que escolhemos, o "Motel One Wien-Hauptbahnhof". Não se assustem pelo "motel" no nome, pois embora seja um alojamento sem grandes ...

Condução em carros de topo

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Jovem, queres tirar a carta? Ansioso por ter a "liberdade" de transporte próprio? Então vem aprender na nossa escola e conduzir um carro que não poderás vir a ter tão cedo... a não ser que te saia o euromilhões ou tenhas um bom apoio financeiro. Hoje em dia vemos alunos de escolas de condução a aprender em verdadeiras "bombas", não só a nível de motorização, mas também tecnológicas. Claro que no fim das suas aulas e de terem a "carta" nas mãos, o primeiro desejo certamente será ter um veiculo tão bom como aquele onde aprenderam. Mas depois (de uma maneira geral), vem a realidade lembrar-nos que as coisas não são bem assim. Para muitos, aquele Mercedes / Audi / BMW /... não está exactamente ao virar da esquina. E assim os jovens aprendizes verificam que ficaram aptos a guiarem bons carros... quando os conseguirem ter. No meio disto tudo, tenho pena é dos carros que arrastam-se pela cidade a 30 ou 40 km / hora. É a loucura total. ...

Tudo é viral

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Já repararam como tudo o que aparece na net, seja um vídeo, imagem, etc... é logo classificado como "viral"? Mas afinal o que é algo "viral" no mundo da internet? São conteúdos que ao surgirem e pelo poder do "boca a boca" vão crescendo em número de visualizações, começando nas centenas, subindo aos milhares e quem sabe... aos milhões. Supostamente a sua popularidade vai aumentando "espontaneamente" devido à sua qualidade. Ninguém lhe atribui essa classificação. É algo que surge devido ao aumento de interesse por parte das pessoas. Mas parece-me que hoje em dia essa classificação perdeu a característica de ser "atribuída" pelo público em geral, para ser controlada por alguma entidade. Algo ser "viral" hoje em dia é tão banal como a "última hora" nos noticiários que é usada para tudo, desde eventos de importância internacional ou nacional até à simples exibição de resultados desportivos. A...

Zombies muito vivos

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Afastem-se zombies de "Walking Dead". Agora têm concorrência à altura. Estreou recentemente uma série de "mortos vivos" mais dinâmica e com uma diferença nas histórias tradicionais desde género: existe uma cura através do sangue de um sobrevivente a um ataque de mortos vivos famintos. Agora é "só" preciso levá-lo onde consigam transformar isso numa preciosa ajuda para esta batalha desigual. Trata-se da série "Z Nation". A base da história já se sabe. É o apocalipse, salve-se quem puder, cada um por si, mas com um grupo mais diversificado (e espalhado) de sobreviventes. Esqueçam os zombies de andar lento e a arrastar os pés. Estes correm, saltam e se vocês não se despacharem, vão ser a sua próxima refeição. Ainda só vi poucos episódios, mas têm ritmo e a história tem evoluido bem. Algumas partes podem ser um bocado "disparatadas" e algumas mortes podem ter mais sangue que num filme do Tarantino, mas a série ...

Eu ainda acredito

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A verdade ainda está aí... A dupla mais famosa da tv está de volta. Um pouco mais velhos mas ainda estão em boa forma. Em dois episódios, facilmente regressaram ao universo das conspirações governamentais, aliens, raptos e tudo o mais que é o melhor do mundo dos "Ficheiros Secretos". Assim que começou, de repente todos os anos que separam o último episódio da nona série para esta nova aventura, parecem ser apenas um longo intervalo que finalmente terminou. Ao ouvir os nomes "Mulder" e "Scully" de novo, ouvir o genérico inicial original, mais uma vez, ver um resumo de tudo o que aconteceu desde que se conheceram pela primeira vez até hoje, rapidamente o nosso cérebro consegue ir buscar todas as recordações que tinha de tudo isto e que estavam bem guardadas num baú da nossa memória e verifica que ainda estão frescas como se tivessem sido guardadas ontem. Isto é o lado emocional a falar. E quanto ao conteúdo? Substância? Pois be...

Bryan Adams sempre jovem

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“18 till i die” não é apenas o título de uma das canções de Bryan Adams, mas também reflecte bem o espírito do cantor canadiano mais português que temos. Bryan voltou em grande forma num recinto bem composto, mas que infelizmente não lhe oferece (a ele e a outros artistas) as melhores condições para que possamos disfrutar em pleno da sua música. Estamos em Portugal, onde qualquer recinto serve para dar concertos independentemente da sua boa acústica (ou não)… Mas isso são outras histórias. O que interessa é que mesmo assim, o rapaz veio, viu e venceu. O alinhamento surpreendeu com canções que não ouvia serem tocadas “ao vivo” há muitos e muitos anos, como por ex “Kids wanna rock” do mítico álbum “Reckless” de 1984, passando por “This time” retirado de “Cuts like a knife” (que fez 33 anos recentemente) ou “Lonely nights” do LP “You want it you got it” de 1981 para nomear algumas. Foi uma verdadeira viagem no tempo no baú das recordações. Claro que não falt...