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Prove, é "Gourmet"

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Já repararam na recente revolução alimentar que tem acontecido por esse País fora? Chegaram, viram e aparentemente venceram... Falo dos denominados produtos “gourmet”. Podem ser encontrados em quase todo o lado e numa grande variedade. Alimentos aos quais prestámos pouca ou nenhuma atenção, ou não lhes demos o devido valor, de repente começámos a ambicionar ter a despensa repleta destas iguarias. Supostamente têm uma qualidade superior, são mais “exclusivos”, superando largamente os seus semelhantes mais... “normais”. E serão mesmo? Bom, em termos de qualidade fica ao critério de cada um, e em relação à exclusividade... parece-me que para onde vá, encontro algo incluido nessa categoria. Antigamente íamos ao supermercado comprar produtos para a casa, mas agora isso não nos chega. Queremos mais. Os simples produtos foram promovidos. Ganharam um novo estatuto, e consequentemente quem os compra, também. A invasão de cartazes e rótulos com a palavra “gourmet” a c...

Quantos programas de futebol existem na tv?

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Sabemos que existem aqueles habituais nos vários canais televisivos com o painel de comentadores “especialistas” no assunto. Podem começar a contá-los. Já chegaram a um número? São esses? Esperem... há mais. Quanto tempo é que é gasto nos noticiários a falar da “bola”? O que antigamente era uma pequena secção no final das notícias, foi promovido a história de abertura como sendo o que de mais importante aconteceu no país nesse dia. Existem directos, entrevistas, polémicas, etc. Vai-se gastando tempo a falar disso para depois... voltarem a falar, do mesmo, nos programas da “especialidade” que têm tempo de sobra para isso. Não sabe qual foi o resultado da equipa “A” contra a “B”? Não há problema. Ligue a TV pouco depois do jogo terminar (se não o puder ver). Não calhou ver a TV nesse dia? Não há azar... Veja no dia seguinte. Há sempre o “rescaldo” nas notícias. Nesse dia também não lhe deu jeito ver? Tudo em ordem. Dois dias depois ainda dá para saber ao pormenor o que se...

Tower Heist – Uma agradável surpresa

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Gosto de ver bons filmes. E gosto ainda mais quando não tenho grandes expectativas em relação ao que vou ver, acabo por ter uma agradável surpresa... como foi o caso deste filme “Alta golpada (“Tower Heist” no Original). É um filme recheado de “vedetas”, começando com Ben Stiller e Eddie Murphy, passando por Matthew Broderick, Téa Leoni, Alan Alda entre outros que certamente irão reconhecer. Muito ao estilo “Ocean’s Eleven – Façam as vossas apostas”, atrevo-me a dizer que gostei mais deste “Tower Heist” do que da película de Clooney, Pitt e companhia. Ben Stiller (que tem melhorado em alguns filmes) e Eddie Murphy, na minha opinião têm aqui um dos melhores filmes das suas carreiras (especialmente no caso de Murphy). Broderick também tem uma óptima interpretação. Neste argumento, “Josh Kovaks” (Stiller) é um gerente de um prédio residencial muito exclusivo em Nova Iorque. Ele gere uma vasta equipa que não só satisfaz os caprichos dos moradores, como também está encar...

Polémica à portuguesa

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Ouvindo e lendo sobre as várias histórias que surgem no nosso dia a dia, facilmente chegamos à conclusão que vivemos no país da polémica. “Fulano tal disse isto” e criou logo polémica. “A pessoa x fez aquilo” causando logo uma grave polémica. Parece que em Portugal, basta uma determinada pessoa com algum grau de influência, espirrar, para criar logo uma “grande e grave polémica”. Segundo a “Wikipedia”, polémica é “ a prática de provocar disputas e causar controvérsias em diversos campos (...) ”. Nós não satisfeitos com o “provocar de disputas e controvérsias” ainda lhe aumentamos o tamanho e gravidade das mesmas, pois não chega haver confusão. Gostarmos sempre de ver mais. A polémica não habita sozinha. Vive em harmonia com a prima, a “controvérsia”. Ao criar uma, aparece quase de certeza, a outra. Qualquer uma delas tem o devido acompanhamento de vários comentadores especializados na matéria, gerando eles mesmo na maior parte das vezes, mais polémicas e...

Último (?) destino...5

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O filme “último destino 5”, não vem acrescentar nada de novo aos outros 4 “irmãos”, repetindo-se a história-base que sustenta todo o argumento: Há um super acidente com muitos danos materiais e com elevada contagem de vítimas mortais, excepto um pequeno grupo que escapa graças à premonição de um deles que consegue salvá-los dizendo-lhes antecipadamente que algo vai correr mal, fazendo com que fujam a tempo, evitando assim não só a catástrofe, mas também o seu próprio desaparecimento do mundo dos vivos. Claro que a "morte" não acha piada nenhuma a estes “fugitivos” da sua lista, e numa tentativa de repor a ordem natural do universo vai persegui-los um a um, provocando-lhes "acidentes" nas circunstâncias mais bizarras. Aqui reside então a “piada” do filme, ou seja, ver qual é a morte mais espectacular, estranha e com mais sangue, entre os personagens que vão desaparecendo. Para mim está no top das melhores, um rapaz no 4º filme, numa piscina. Não v...

Fim de ano na TV

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Não gosto de ver o “peso pesado”, nem “a casa dos segredos”. Se alguma vez vi estes programas, não deve ter sido mais que poucos minutos. Acredito que haja mais pessoas que partilham da minha opinião. Sendo assim, tenho que perguntar: Porque é que quem quiser estar confortavelmente em casa com amigos, a acompanhar a noite de fim de ano pela TV portuguesa, é “obrigado” a vê-los? Claro que têm a opção de ver o Herman noutro canal... Não sei que género de programa vai fazer, mas sabemos que tem estado a “anos-luz” de clássicos (incluindo um programa de fim de ano) que ainda hoje estão na nossa memória. Portanto... Eis a dúvida: Herman, Peso Pesado ou Casa dos Segredos? Venha o diabo e escolha. É melhor fazerem “zapping” e tentar encontrar algo melhor, o que não deve ser difícil. Ou então, melhor ainda... Desliguem a TV, ou tirem o som, e convivam. Não deixem é passar a meia noite sem celebrarem. Bom ano para todos. Sei que é um “cliché” dizer isto, mas.....

Contagiante

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Ao ver o filme “Contágio”, não podemos deixar de encontrar algumas semelhanças com uma famosa “gripe” que andou aí há uns tempos tão falada nos nossos meios de comunicação social, e também neste “blog”. Não é à toa que a “H1N1” é mencionada várias vezes. É uma típica história da “praga que vai dizimando a humanidade até alguém encontrar a cura”. Juntou-se um grande grupo de actores e actrizes que vemos habitualmente em papéis principais noutras produções, que ajudam a trazer algum “peso” e credibilidade à acção. Em relação ao argumento, rapidamente veio-me à lembrança o filme “Fora de Controlo” de 1995 com o Dustin Hoffman, entre outros. Existem muitas semelhanças como não podia deixar de ser. Mas ao contrário desse filme em que vemos o personagem “Jimbo Scott” (interpretado por “Patrick Dempsey”) como o causador de todas as desgraças, aqui não sabemos quem é o “paciente zero”, nem como começou o “dia 1” desta doença. Tudo começa no segundo dia e vai-se desenrolando pel...

Bryan Adams ainda acorda os vizinhos

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É verdade, não parece mas já passaram 20 anos desde o lançamento  desse mítico álbum “Waking up the neighbours” que contém super êxitos, tais como " Can't Stop This Thing We Started" , " Thought I'd Died and Gone to Heaven", "House Arrest", "Do I Have to Say the Words?", "There Will Never Be Another Tonight", "All I Want Is You" e “O” maior êxito do Bryan até à data, se não estou em erro, "(Everything I Do) I Do It for You", entre outros. E a festa para comemorar este grande evento fez-se ontem num esgotadíssimo Pavilhão Atlântico em Lisboa. Durante duas horas e meia, Bryan foi imparável. Tocou todos os êxitos, com especial ênfase no disco que foi o motivo para esta digressão. A empatia com o público foi logo imediata, como não podia deixar de ser. Portugal trata-o sempre como “um dos nossos”. Poder-se-á mesmo dizer que é o “Cantor canadiano mais português” que existe. Esforçou-se (bem...

A dívida... para com o espectador

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Depois de ver o filme “A dívida”, a primeira conclusão que cheguei foi que o cartaz de promoção que se encontra nos cinemas está errado porque, ao contrário do que é habitual, a actriz principal da história aparece muito pouco, ao passo que a personagem que ela interpreta aparece muito. Pode parecer confuso, mas o facto é que um dos trunfos na promoção usada para chamar espectadores a ver este filme é o de ter entre outros, a actriz Helen Mirren que certamente conhecerão de vários outros títulos como por exemplo “A Raínha”, interpretando a personagem “Rachel Singer”. Só isso já atrai muitos espectadores, certamente. Mas o que se passa é que rapidamente a história que começa no ano de 1997, recua uns bons anos até vermos uma jovem “Rachel” de 1965, ser interpretada pela actriz “Jessica Chastain”, conhecida por ter protagonizado... alguns filmes e séries num “escalão” diferente da sua “versão mais velha”. Como espectador, senti-me um bocado defraudado nesse aspecto, pois ...

Não é tão mau como dizem

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Muito tenho lido sobre este filme que junta Nicolas Cage e Nicole Kidman... e o que tenho lido não tem sido nada de bom. Ao ver tanta má crítica acerca da história e do desempenho destes dois actores que tanto sucesso fazem, resolvi analisar isto com os meus próprios olhos. E então, lá vi eu o filme “Transgressão”. E qual é a minha opinião? Bom, devo dizer que embora não sendo uma obra prima que ficará na história da 7ª arte, também não é dos piores filmes que já vi. O argumento é simples (embora com algumas reviravoltas interessantes) e já foi visto em outras obras do género. O casal Nicolas Cage / Nicole Kidman vivem uma vida de luxo na sua mansão com uma filha rebelde que tem um problema com a autoridade dos pais. Ele negoceia com diamantes, o que chama a atenção de um grupo de pessoas mal intencionadas que invade a casa com o objectivo de forçar “Kyle Miller” (o personagem interpretado por Nicolas Cage) a abrir o seu cofre e entregar-lhe as valiosas pedr...

"Apollo 18" - Uma fraca viagem à Lua

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Este filme traz-nos de volta o conceito “Projecto Blair Witch” / “Nome de código: Cloverfield” / “Actividade paranormal” ou outro do género na categoria “falso filme ou documentário”. Isto quer dizer que estamos perante “imagens reais que foram recuperadas”, mostrando-nos filmagens “grosseiras” com muito grão à mistura e alguma má qualidade para nos dar a ideia de que se trata de uma gravação “caseira”. Para nos darem essa sensação de “realismo” através dessa técnica, penso que o filme ficou bastante prejudicado, pois um espectador que hoje em dia está habituado a imagens de alta definição digitais, ou em 3D, vê-se obrigado a maltratar um bocado os seus olhos com imagens que chegam a ser (propositadamente) distorcidas. Mas passando à história, desta feita, a película foi supostamente recuperada da NASA, colocada na internet, e é agora apresentada ao público. Ora bem, em termos de argumento e para não revelar muito, digo-vos apenas que isto documenta uma missão altam...

E se...?

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Que a comunicação social é a profeta da desgraça e sedenta de sangue para aumentar as suas audiências, já todos sabemos, mas ultimamente parece que essa sede aumentou. É o regresso do escudo que pode vir aí, é a revolta social que pode surgir a qualquer instante... Tudo em nome da “informação” (polémica, claro está, porque somos o país da polémica). Pouco falta para as tv’s abrirem os seus serviços noticiosos com frases do género “portugueses, saiam à rua e partam tudo o que encontrarem pela frente que nós lá estaremos com um directo para mostrar a todo o país a revolta popular espontânea”. Cada vez mais a “não notícia” vai surgindo em substituição da “notícia real”, aquela que realmente acontece mas na qual não vale a pena gastar muitos minutos, pelas mais variadas razões. Em nome do “público que merece ser informado”, vamos ouvindo cada vez mais histórias que começam com um “E se...” seguido da super tragédia hipotética que será acompanhada de vários “directos” co...

É Natal, é Natal...

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 Mas com menos luzes e decorações, devido à crise, dizem. Que seja preciso poupar nos custos das milhares de luzes e outras decorações, ainda aceito. Escusavam era de poupar na imaginação e na qualidade. Este ano, Lisboa foi invadida por umas peças de “arte” um bocado estranhas, no mínimo. Guarda chuvas no Natal?? Não vejo bem a relação (por causa da chuva em Dezembro?). E o que dizer de umas peças vermelhas com um formato estranho? (árvores de Natal cortadas ao meio, será?) Onde é que está “escrito” Natal, naquilo?? Depois ainda temos uns “sinais de trânsito” que embora também sejam uma opção estranha para decorações natalícias, ao menos ainda têm escrito algumas referências à época. Existe ainda uma espécie de torres, ou seja lá o que for. Felizmente neste grupo “diferente”, algo conseguiu destacar-se pela positiva. Conseguindo resistir à tradição, mas com um toque de modernidade, ao menos temos uma árvore toda iluminada de uma maneira original...

Devagar, devagarinho

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  Já muita coisa se disse em relação aos condutores portugueses, especialmente no que diz respeito ao excesso de velocidade e aos “campeões” da estrada que julgam que as regras não se aplicam a eles. Mas hoje venho acrescentar mais uma espécie a esta lista, que habita no outro extremo: Trata-se dos condutores que vão devagar, devagarinhoooo... na faixa mais à esquerda. Atenção, que não estou a falar de pessoas que estão um ou dois minutos nesta faixa e depois saem de lá. Eles “colam-se” à esquerda e de lá ninguém os tira, a não ser que tenham obrigatoriamente que mudar de direcção. E quando digo que se deslocam muito devagar, estou a falar de uma velocidade reduzida em que o carro tem que ir em “segunda” ou “terceira” para não se ir abaixo. Pessoal, querem andar devagar? Força. Circulem com a lentidão que quiserem, estão à vossa vontade. Mas, podiam por favor usar as faixas mais à direita?? Será que se sentem sozinhos na estrada e gostam de formar uma car...

País dos comentadores

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O País tem vários problemas, quer na política, quer na economia e até mesmo no futebol. No entanto, custa-me a entender como é tão difícil de encontrar solução para esses mesmos problemas, já que há tantos entendidos nas mais variadas áreas, e não é difícil de encontrá-los. Estão todos na televisão. Basta ligar para um canal que tenha um programa de “debate”, agora tão na moda, e encontra-se logo meia dúzia de “iluminados” com todas as teorias possíveis e imaginárias para o problema que estão a debater. Mas será que esses especialistas sabem mesmo do que estão a falar? Não há problema, pois para descobrir a resposta, basta falarmos com os comentadores dos comentadores. Também os há. Costuma-se dizer que no caso do futebol, há 10 milhões de treinadores de bancada. O mesmo poder-se-à aplicar às restantes áreas. Seja onde for, iremos sempre encontrar um verdadeiro especialista em resolver problemas, mesmo que sejam fora da sua área normal de conhecimento. Podemos ...

Remakes, Prequelas, sequelas e reboots

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É oficial: Acabou a imaginação em Hollywood.  Hoje em dia começa a ser complicado irmos ao cinema, e não vermos um “remake”, ou uma “sequela” ou “prequela” ou um “reboot”...  Ainda me lembro dos bons tempos em que se ia ao cinema ver... um filme. Uma história diferente, que ainda não tivéssemos visto antes, com personagens novos interpretados por actores versáteis (ok, uns mais que outros). Agora temos toda esta terminologia usada no vocabulário corrente do mundo cinematográfico.  Claro que antes também existam as “sequelas”, e algumas “trilogias” (que têm uma filosofia diferente de uma "sequela"), mas não eram tão frequentes como hoje em dia. Agora, usam e abusam delas. Hollywood parece ter definitivamente apostado no “seguro”, ou seja, filmes que à partida vão ter algum sucesso financeiro, isto de acordo com o comportamento das suas histórias antecessoras. Personagens que inicialmente adorávamos ver, começam a ser um bocado repetitivas e cansativas. A is...

Terramoto Ricky

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Há alguns dias foi noticiado que o apresentador dos (verdadeiros) próximos “Globos de ouro”, será o britânico Ricky Gervais. A confirmar-se (e parece que se confirma), é sempre uma lufada de ar fresco nestas cerimónias tão “mecanizadas” e “ensaiadas”. Certamente que muito do seu discurso é mais que ensaiado, pois nestas transmissões nada é deixado ao acaso, especialmente num espectáculo americano, e ele é um actor / apresentador profissional. Mas por mais ensaiado que seja, acredito que haja ali também muita espontaneidade, ou pelo menos um “ensaio bem disfarçado” contrariamente ao que sucede com outros actores. Depois do que aconteceu na edição passada com o autêntico terramoto, em que ele não poupou ninguém com as suas piadas, seria de esperar que Hollywood (especialmente os poderosos mais visados por Gervais) o mandasse passear, no mínimo. Mas, embora as suas piadas tenham incomodado muita gente (especialmente um poderoso actor adepto da cientologia), toda a polémica também teve o s...

O reality show mais famoso do país

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Luzes, câmaras, acção... Começou mais um espectáculo ao vivo e a cores... Não, não é a horrenda “casa dos segredos” ou “pesos pesados”... É sim a “Greve dos transportes, edição 2011”. Serviço noticioso digno desse nome, hoje teve o seu “estaminé” montado nas estações ferroviárias, rodoviárias e outras onde haja transportes públicos, mostrando-nos por exemplo carris.”vazios” (seja lá o que isso for – Serão carris ocos?) Tal como o ciclo de notícias-surpresa de inundações no inverno e incêndios no verão, começou mais um em que os intrépidos repórteres foram para a rua sempre em cima do acontecimento questionando os surpresos transeuntes com as habituais pérolas do género “Então, a greve afectou muito a sua vida hoje?” ou “Então, está à espera do comboio / autocarro / barco...?” As respostas também vão variando de ciclo para ciclo, estando ao mesmo nível da pergunta, mas sempre superando-se em comparação com as de ocasiões anteriores: “Hoje vou chegar atrasado ao emprego” ou “Olhe, não sa...

Bon Jovi power

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Chegaram, viram, cantaram e venceram. Jon Bon Jovi, Richie Sambora, Tico Torres, David Bryan e restantes elementos da banda, foram pontuais na chegada ao palco da Belavista para o início de umas memoráveis três horas de êxitos cheios de energia como se ainda tivessem todos 20 anos. A abrir as "hostilidades", chegou "Raise your hands" que meteu as quase 60 000 pessoas de mãos no ar. A partir daí, foi sempre a subir. Duas horas seguidas sem parar até ao primeiro "encore". Jon demonstrou porque é realmente um mestre do palco, tendo o público (de várias faixas etárias) na sua mão. Foi comunicativo, sorridente e rapidamente criou empatia com os que estavam ali a assistir. Seguiu-se "You Give love a Bad Name", "Born to be my baby", "It’s my life", "Bad Medicine", "Have a Nice Day"... e a lista continuou por aí fora com todos os "clássicos" antigos e novas músicas. Claro que em 30 anos de carreira, foi i...

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