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O futuro está quase aí

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Era inevitável… Chegou 2015 e com ele começaram a “chover” logo as referências ao conhecido filme “Regresso ao Futuro 2” (http://www.imdb.com/title/tt0096874/), com os actores Michael J. Fox e Christopher Lloyd nos principais papéis. Sendo um filme emblemático e bem famoso a nível mundial, não é de estranhar que a internet já esteja a ser invadida pelo fenómeno "o nosso tempo presente é igual ao futuro previsto pelo filme?" que não é exclusivo do mundo virtual, pois os meios de comunicação social mais tradicionais também acompanham este acontecimento. Muito resumidamente, na segunda parte desta trilogia, os personagens “Marty McFly” e “Doc Brown” viajam, como já referi, para o ano de 2015. 21 de Outubro, mais precisamente. Aí, encontram um mundo tecnológico com o qual só poderíamos sonhar em 1989 (ano de lançamento do filme), mas que é comum hoje em dia… pelo menos no que diz respeito a algumas das “previsões”. Dessas tecnologias, podemos destacar como princip...

Onde está o rato?

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Ao ver várias séries de TV, especialmente aquelas onde os personagens usam computadores (normalmente topo de gama), há sempre pelo menos um "cromo" que domina a informática... menos num ponto: Nunca usa um rato no computador. Porquê? Fobia de ratos?  Falta de conhecimento técnico para manuseá-lo?  Fanático por teclados?  O software que usa não é compatível? Seja qual for a teoria, há sempre uma pergunta que fica no ar: Porque é que nas séries de Tv nunca usam o rato de computador? Seja qual for a tarefa a realizar, há sempre uma tecla para cada operação, por mais complexa que seja. E funciona melhor se pressionarem as teclas com muita força, de maneira a ouvir-se bem o funcionamento do teclado, e têm que ser muito rápidos a digitar, para demonstrar que são uns "experts" no domínio da máquina. Ainda não entendi este mistério, e com certeza haverá uma explicação lógica. Seja como for, o que é certo é que no mundo real o nosso amigo r...

Zomato

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Juntem-se à comunidade "Zomato" e sigam-me

A melhor experiência gastronómica na internet

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Quem não conhece o nome “Zomato”, não comece já a pensar que se trata do nome de alguma recente iguaria exótica ou de um restaurante da moda. “Zomato” é uma comunidade na qual podem participar todos os que gostam de comer, os que gostam de conhecer novos restaurantes, os que gostam de criticar, avaliar e sugerir novos locais onde se pode saborear uma boa refeição… ou não. Gostam do “restaurante X”? Detestam? Porquê? O que correu bem? O que não gostaram? O que comeram? O que sugerem? É caro ou barato? Onde fica? Tudo isto e muito mais é o que vocês, utilizadores, podem anunciar à comunidade que vos segue. Esta “rede social gastronómica” apresenta realmente um mundo de vantagens para quem já está farto de ir sempre ao mesmo sítio e procura novos locais com novos sabores, ou quem procura sabores clássicos mas com um outro “toque” ou simplesmente saber "onde se come bem?". Este delicioso universo traz também um bónus. É uma oportunidade de juntar o vir...

O que é mau é bom

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É tão mau, tão mau, tão mau... que todos querem ver, transformando-o num sucesso. Mas o que é? Nada mais nada menos que a grande produção cinematográfica do ano que dá pelo nome de "Sharknado 2". Para quem não conhece, e não viu o primeiro, eis um resumo (comum aos dois títulos): Uma mega tempestade na forma de tornado, suga um número invulgar de tubarões do oceano deixando-os cair de seguida em Los Angeles (no primeiro filme) e em Nova Iorque (neste segundo) sobre os cidadãos que nem sonham o terror que vão viver. Mas podem dizer: "Ah e tal, mas os tubarões chegam a terra e morrem.". Isso pode efectivamente acontecer no mundo real, mas não no mundo de "Sharknado". Este filme tornou-se "viral", como se diz agora, com um percurso de vida inverso ao de um filme "normal". Ou seja, normalmente começa no cinema, passa para DVD, depois para VOD (vídeo on demand - alugar filmes em casa) e mais tarde passam repetidamente nos ...

Crise... nas cadeiras?

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A crise, já o sabemos, está em todo o lado.  Mas só agora comecei a reparar que também chegou às estações de TV, especialmente em programas de entrevistas no estúdio. Vá-se lá saber porquê, a "moda" é entrevistarem as pessoas, de pé... tanto entrevistador, como entrevistado, são obrigados a estar de castigo, sem se poderem sentar. Não sei se é uma medida economicista, se há uma relação difícil entre as estações e os fabricantes de cadeiras, ou é simplesmente um pretexto para quem está a responder às perguntas do jornalista, para poder sair dali o mais rapidamente possível, argumentando que lhe doem as pernas. Seja como for, quem quer que seja o "iluminado" que pensou nesta mudança radical de estilo de entrevista, seria interessante tê-lo como primeiro convidado num programa destes, a justificar as suas opções.  Ao menos (às vezes) têm uma mesa onde se apoiarem, se for preciso. Já não é mau de todo.  Com um pratinho de comida em cima de mes...

Tamanho XL num mundo XS

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Num mundo onde cada vez o espaço disponível é menor, há um objecto que tenta remar contra a maré e impor o seu (grande) tamanho: O carrinho de bébé. Certamente, como eu, já terão observado pais que transportam os seus "rebentos", tentando lutar desesperadamente contra os vários obstáculos que este mundo lhes apresenta. Mas se é verdade é que este mundo e os seus obstáculos, não são feitos para estarem em harmonia com os carrinhos, também é verdade é que os seus fabricantes parecem teimar e querer marcar a sua posição, transformando-os num equivalente a um camião TIR dos veículos não motorizados de interior, contribuindo assim para serem uma variável de um conflito que não dá sinais de abrandar. No meio disto tudo, os pais são apanhados na confusão e "obrigados" a serem participantes activos, pois a alternativa é transportar os seus bébés ao colo, o que não deverá ser muito agradável quando se percorre grandes distâncias. E quanto aos não proprietári...

Fora dos bolsos

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É uma moda que já dura há alguns anos, e parece estar cá para durar: Não usar os bolsos disponíveis na nossa roupa para transportar objectos. Veja-se como exemplo o indivíduo que vai ao café, carregando vários objectos numa só mão (deixando a outra livre para, por ex, cumprimentar alguém) que depois expõe à vista de todos em cima da mesa:  Uma carteira, normalmente volumosa, ou "enchouriçada", e usada como arquivo para recibos / talões de multibanco / outros documentos "importantes" Chaves do carro anexadas normalmente a um porta chaves que exibe orgulhosamente e em destaque, o símbolo que representa a marca do seu "bólide" (por vezes podem não coincidir) Conjunto de chaves de casa, que incluirá chave da porta de casa, chave da porta do prédio, chave do correio, chave da arrecadação, chave de garagem (para quem tiver) e outras chaves que podem ter alguma utilidade, ou não. Um telemóvel de gama média alta / gama alta, tendo como ...

Todos os anos...

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...é a mesma coisa. Está calor, há incêndios. Chove, e temos piscinas naturais por todo o lado. É um fenômeno no nosso país. Quando chove e o vento sopra com mais força, é o fim do mundo. Ruas inundadas, árvores caídas, sarjetas entupidas, etc. Tudo isto são problemas que se resolvem… no Inverno. Porquê limpar as sarjetas e cortar árvores que ameaçam cair, no Verão? Não faz sentido. Está tanto calor, não chove, logo a sarjeta está bem assim como está. Quando o apocalipse chega, os nossos meios de comunicação social, especialmente as TV’s, gostam de nos manter informados, bombardeando-nos com directos que mostram muita chuva e muito vento, alertando as pessoas para se afastarem das zonas onde eles estão, e depois ao mesmo tempo pedindo que enviemos vídeos e imagens dos cenários de destruição. Outro fenômeno tem a ver com o grau dessa destruição. Cada tempestade que se abate sobre nós, é sempre a pior dos “últimos x anos” (substituir “x” por um número, de preferência c...

A morte lenta dos mortos vivos

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Quem for espectador assíduo do canal “Fox”, conhecerá bem a série “The Walking Dead” sobre a sobrevivência num mundo apocalíptico infestado de zombies. Esta série, que já conta com algumas temporadas, começou cheia de energia misturada com alguma acção, humor e inteligência. Mas, como todas as coisas, o que é bom não dura sempre. E neste caso tenho assistido a um declínio na qualidade dos episódios, em todas as vertentes acima mencionadas. Não sei se houve mudança de argumentistas, realizador ou produtor, mas o certo é que os mortos-vivos têm mais dinamismo que os últimos episódios da presente temporada. Basicamente, a série hoje em dia resume-se a: Personagem filosofa sobre a vida, pensa e repensa. De vez em quando aparecem zombies que são eliminados com um golpe fatal na cabeça. Personagens regressam aos problemas psicológicos / filosóficos. Pequeno “twist” na história, no final do episódio. Senhores criadores da série: Mexam lá esses zombies, animem isso e rev...

A crise… nos semáforos

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Pois é, a crise tão falada e debatida nos meios de comunicação social, chegou agora às nossas estradas, não sei se já repararam. Não falo da venda de veículos novos, que segundo dizem está sempre em queda, mas parece que vejo cada vez mais por aí. Refiro-me às lâmpadas dos semáforos que, uma a uma, vão-se apagando para nunca mais acender. Haverá excesso de energia, os sinais estão todos baralhados ou resolveram entrar em greve? Não sei, mas isto leva-nos a entrar num “jogo de adivinhação”, onde os condutores têm de adivinhar se devem continuar a sua marcha ou travar, assim que se aproximam de um. Como saber o que fazer perante um caso destes? Em alternativa à opção “moeda ao ar”, podem sempre orientar-se pelos outros condutores, noutras vias, que tenham semáforos que funcionem em condições. Claro que se estes também estiverem na mesma situação, o jogo passa para um nível mais emocionante. Há cada vez mais sinais assim, em Lisboa. E pelos vistos, ou ninguém respon...

Afinal como é que é?

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Há uns dias pude observar numa revista de uma operadora de telemóveis, uma oportunidade que considerei interessante: Combinar tarifários de telemóveis juntamente com o pacote “tv, net e voz” do qual sou já cliente. Na página da revista pode ver-se claramente vários exemplos de múltiplas combinações. Ao olhar para um deles, rapidamente encontrei um que se adequava a mim. Todo contente lá pensei eu: “Isto parece bom, combinar os dois telefones mais o serviço de casa, tudo numa só conta, pagando menos”. Assim sendo, liguei logo para o apoio ao cliente dizendo o que pretendia, ao que me perguntam imediatamente: “Onde é que o senhor viu isso?”, respondendo eu: “Na vossa revista”. Resumindo e concluindo, ao falar com duas pessoas diferentes fiquei a saber que isso não poderia ser feito, não me explicando bem porquê. Não contente com estas respostas, resolvo uns dias mais tarde deslocar-me à loja, onde rapidamente cheguei a duas conclusões: 1 – Não há combinação nenhuma de ...

Pelos caminhos de Portugal

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Nada como uma mudança de cenário de vez em quando. E no espírito do “vá para fora cá dentro”, o destino de eleição foi a cidade de Chaves. Partida de Lisboa, e aí vamos nós auto-estrada fora. 4 horas depois e percorridos mais de 450 km, onde fizemos um “pequeno desvio” pela zona do Marão devido a um erro de navegação no Porto, lá chegámos ao destino, que não foi exactamente Chaves, mas sim Vidago. O alojamento escolhido foi o “Primavera perfume hotel”. Pequeno, acolhedor, muito bem decorado e apresentável, revelou-se uma boa surpresa, tendo como tema principal os quartos com vários aromas suaves, como por ex frutas, flores ou madeira. Embora tendo apenas três estrelas, possui instalações que bem poderiam conceder o direito a mais uma. De destacar o facto de ter duas piscinas (uma no exterior e outra interior, aquecida com jacuzzi), e um excelente restaurante onde pudemos constatar ao jantar a generosidade das doses, com um preço aceitável. No dia seguinte o pequeno alm...

Onde está a evolução?

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Não é nas escolas certamente, pelo menos naquela onde me desloquei com a minha sobrinha para ela ver as notas e matricular-se. Eu já terminei o secundário há largos anos e ainda me lembro das intermináveis filas, pilhas de papéis, não sei quantos pagamentos em secções diferentes, e a imensa burocracia. Seria de esperar que dezenas de anos depois,em 2013, ano repleto de tecnologia onde impera a internet, as coisas fossem diferentes... Mas surpreendente (ou talvez não), está tudo na mesma: Quer ver as suas notas? Para quê aceder a uma página Web e consultá-las mediante inserção de uma password? É muito mais divertido disputar um lugar, com dezenas de outros alunos, a ver um vidro na escola repleto de papéis com as notas de toda a gente. Quer-se inscrever? Podia preencher um formulário online, mas onde estaria a piada disso em comparação com enormes filas, cada uma com o seu propósito (uma para adquirir o impresso xk45, outra para pagar, outra para apresentar comprovati...

Raise your hands, Lisbon

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O rock voltou ontem a Lisboa, mais precisamente ao Parque da Belavista. Jon Bon Jovi e companhia regressaram ontem para nos proporcionar mais uma noite de bom espectáculo que nos faz sempre querer mais um bocado… mais uma música. A banda esteve incompleta pois o guitarrista Richie Sambora tem estado ausente da digressão por “motivos pessoais” (pude comparar várias teorias que vão desde a separação total até à famosa reabilitação de álcool / drogas). Bom, sejam quais forem os verdadeiros motivos, o facto é que a sua ausência não prejudicou o concerto. O seu substituto, (cujo nome não me lembro agora) portou-se à altura tendo estado perfeitamente integrado na banda, parecendo já actuar com eles há anos. Apesar deste elogio à sua prestação, aguardo que Sambora regresse e em grande forma. Embora o concerto tenha sido muito bom, não posso deixar de salientar alguns aspectos menos positivos, como por ex Portugal não ter tido direito ao famoso “palco do carro” (que só a...

Feira do... livro?

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Como tem sido tradição, a cada nova edição da “Feira do Livro” lá vou eu percorrer os longos corredores, tentando ver quais as novidades literárias, e quem sabe comprar um livrinho ou dois. Fazer estas visitas ao longo dos anos tem-me permitido acompanhar a evolução da feira a vários níveis, e este ano cheguei à conclusão que, a este ritmo, a próxima edição bem poderá chamar-se “Feira do Livro / Comida”. A invasão das bancas de comidas (petiscos – por enquanto), bebidas, cafés, gelados, farturas, etc, avança a passos largos neste mundo dos livros. Bem sei que há espaço para toda a gente e até pode saber bem comer ou beber alguma coisa, mas espero que  não haja risco da Feira perder a sua identidade. Espero que aqui, “moderação”  venha a ser a palavra-chave. A juntar a isto, tem sido já constante uma outra prática que veio das edições passadas: “Estrangular” os visitantes (não se preocupem, ninguém vos vai apertar o pescoço). Sensivelmente a meio d...

Adeus android, olá windowsphone

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Pois é, depois das minhas aventuras na "Androidlândia", onde me fartei do "robô verde", decidi fazer as malas e mudar-me para a "windows town". Por outras palavras: Adeus sistema Android, olá Windows Phone 8. De volta à marca de telemóveis que sempre me acompanhou ao longo dos anos, adquiri um "Nokia" com a última versão do sistema operativo da Microsoft para telemóveis. Como é natural, há sempre comparações. Para já nos pontos positivos, noto um funcionamento mais rápido e fluído, uma utilização mais fácil, especialmente para quem usa o "windows normal" dos computadores. Pontos, menos bons, são para já o teclado "qwerty". Gosto mais do velho teclado alfanumérico, embora tenha que admitir que este sistema "tecla a tecla" do "qwerty" oferece uma surpreendente adaptação fácil, e mesmo que não carreguemos na tecla pretendida, o sistema de mensagens parece quase adivinhar a palavra que preten...

Possivelmente os relógios mais caros do mundo

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Rolex, Tag Heuer, Breitling, são relógios que não estão ao alcance do cidadão comum, dado o seu elevado preço. São muito muito caros... Mas serão os mais caros? Talvez não. Existem uns que nem mesmo os que podem comprar as marcas acima referidas, podem adquiri-los (pelo menos para usar no pulso). Além de valerem muito dinheiro, estão bem à vista e surpreendentemente ninguém os rouba (ainda). Mas onde estão  afinal? Da próxima vez que andarem na estrada, poderão vê-los. Basta olharem ligeiramente para cima. São grandes relógios que, curiosamente, nasceram com outra função: Informar os condutores. Deveriam avisar sobre como está o trânsito, se há outras opções para fugir a um possível “engarrafamento”, se há algum acidente, mas ao invés disso temos a informação horária na maior parte do tempo ou então os “sábios” conselhos” como : “Com chuva modere velocidade” ou “acenda os médios em caso de visibilidade reduzida” e outras pérolas do género. Ainda bem que me diz...

A emissão segue dentro de momentos

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Certamente já vos aconteceu: Alguém partilha um vídeo que pode ser interessante, ou engraçado, encontram algo na internet que querem visualizar… Mas antes… veja este pequeno(?) anúncio que não quer ver mas nós vamos obrigá-lo antes de ver aquilo que você quer mesmo. Já sei que devem estar a pensar que se queremos algo à borla, temos que levar com publicidade, pois alguém tem que pagar. Mas há que admitir que é chato como tudo. Estamos todos entusiasmados para ver o vídeo, carregamos no play e ainda temos que esperar não sei quantos segundos (que parecem mais minutos) até que ele inicie, pois temos que levar com algum anúncio. Já basta quando temos intervalos televisivos de 20 ou mais minutos só com publicidade, ou quando fazemos qualquer tipo de operação no MB, ou quando estamos na rua e só vemos cartazes à nossa volta, ou quando instalamos software gratuito no computador ou telemóvel… Acho que com isso tudo já ficamos com uma ideia dos produtos e serviços dispo...

Corrida tecnológica

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Sempre foi uma velha máxima no mundo da tecnologia que é impossível termos o equipamento mais avançado do mercado, pois o que hoje está no top, amanhã já é obsoleto. O hardware e o software sempre tiveram um “tempo de vida útil”, uma “janela temporal”  em que podíamos dizer “durante uns tempos não tenho que me preocupar. Isto dá-me para alguns anos”. Durante o tempo em que essa janela estava aberta, tínhamos oportunidade de explorar o produto tecnológico recém adquirido. Uma boa distância separava o “hoje” do “amanhã”. No entanto, essa  janela tem seguido uma tendência que é a de ir fechando um bocado, mais um bocado, mais um… até chegar ao ponto onde estamos hoje. “Senhores” da informática e electrónica… Eu sei que temos que evoluir, eu sei que os equipamentos e programas têm que, e devem, ser melhorados. Todos queremos algo mais rápido, mais potente e melhor. Mas podiam-nos deixar saborear a nossa tecnologia o suficiente para, ao menos, sabermos aproveita...