A ecologia está na ordem do dia. Cada vez fala-se mais de alterações climáticas, reciclagem, gestão dos recursos do planeta, e outros temas todos relacionados com o ambiente. No meio de toda esta discussão, parece que a mensagem ainda não chegou a alguns supermercados/ hipermercados, a julgar por um objeto que normalmente está disponível na secção da padaria. Falo da simples, luva de plástico para pegarmos no pão que queremos colocar no saco. Esta simples luvinha parece não causar muitos problemas... a não ser que paremos para pensar nas milhares de luvas que são usadas por dia, sendo só necessárias uns segundos, para depois serem imediatamente descartadas. Milhares e milhares de luvas de plástico de vários supermercados são usadas e colocadas no lixo num curtíssimo espaço de tempo. E a partir daí, qual o seu percurso? São reaproveitadas? Recicladas? Vao para algum aterro? Não sei. Mas serão realmente necessárias? Compreendo a questão de higiene, mas não haverá alternativa?...
Vi de uma só vez a série sobre a vida, dentro e fora da pista, do grande Ayrton Senna. Todos sabemos como acaba (infelizmente) esta história, mas mesmo assim vale a pena ver como foi a sua carreira desde os tempos dos karts até à sua primeira vitória na F1 em Portugal, no mítico circuito do Estoril. Estão lá os dramas, dentro e fora da pista, como o famoso GP do Japão onde colidiu com o seu rival Alain Prost, e no Brasil onde teve problemas na caixa de velocidades que não o impediu de ganhar em casa, mesmo com muitas dores por ter aguentado o carro na sexta mudança e deixa de fora outros momentos como o duelo com Nigel Mansell no Mónaco. Talvez com mais episódios pudessem mostrar mais pontos chave. A série mostra também como as políticas no automobilismo não foram favoráveis a Senna, como o seu lado mais rebelde não ajudava a minimizar isso e como a sua carreira poderia ter seguido uma direção diferente. Muita coisa me agradou na série, mas o que gostei mais foi ...
Jovens da geração que cresceu nos anos 70 e 80, certamente lembram-se de brincar com os pedaços de plástico mais famosos do mundo que dão pelo nome de "Legos". Nao teremos sido poucos a brincar estes tijolos de plástico, construindo o que queríamos, tendo como limites a nossa imaginação e o número de peças que tínhamos. Avançamos no tempo até 2024 e os Legos ainda andam aí, com duas principais diferenças: - Estamos limitados a construir o que está na imagem que vem na capa da caixa - O preço Em relação ao que podemos construir, acho que já repararam que não podemos dar largas à nossa imaginação. As construções agora são mais formatadas e seguem um manual. Já não podemos brincar como antes, a não ser que compremos peças à parte. No que diz respeito ao preço, sinceramente já não me lembro quanto custavam há tantos anos, mas duvido que fosse como hoje. Um Lego agora é um artigo de luxo, independentemente do tamanho da caixa. Nas maiores podemos encontrar etiquetas m...
Comentários
RMS